Últimas notícias

Há 45 anos, o mundo perdia John Lennon: o assassinato que mudou a história da música

Neste 8 de dezembro completam-se 45 anos da morte de John Lennon, um dos maiores ícones da música mundial. O ex-Beatle foi assassinado em 1980, aos 40 anos, em Nova York, em um crime que chocou o planeta e deixou uma ferida que nunca cicatrizou completamente no universo do rock.

O crime que parou o mundo

Na noite de 8 de dezembro de 1980, Lennon voltava para casa no edifício Dakota, onde morava com Yoko Ono, após uma sessão de gravação no estúdio Record Plant. Eram cerca de 22h50 quando o músico foi abordado por Mark David Chapman, um fã obcecado que o esperava do lado de fora do prédio.

Chapman, que mais cedo havia pedido um autógrafo ao artista, sacou um revólver calibre .38 e disparou cinco vezes. Quatro tiros atingiram Lennon pelas costas. Gravemente ferido, o músico ainda conseguiu entrar no saguão do prédio antes de cair. Yoko Ono, desesperada, pediu ajuda imediatamente.

John Lennon foi levado às pressas ao Hospital Roosevelt, mas não resistiu. Às 23h15, sua morte foi oficialmente declarada.

O impacto imediato

A notícia espalhou-se em poucos minutos por Nova York e, logo depois, pelo mundo inteiro. Milhares de fãs se reuniram espontaneamente em frente ao Dakota Building, em Londres, em Tóquio e em várias capitais do mundo, formando vigílias silenciosas à luz de velas.

Rádios que já encerravam sua programação voltaram ao ar, jornais imprimiram edições extras, e televisões interromperam sua grade para anunciar a tragédia.
Em questão de horas, Lennon se tornava a primeira grande perda do pop global televisionada e acompanhada em tempo real.

O assassino e suas motivações

Mark David Chapman permanecia no local do crime, sentado na calçada e lendo o livro O Apanhador no Campo de Centeio, de J. D. Salinger, quando foi preso sem resistência.
Posteriormente, declarou que havia planejado o crime por meses e que tinha a intenção de “entrar para a história”. Chapman foi condenado à prisão perpétua, onde permanece até hoje.

O legado interrompido — mas nunca silenciado

Na época de sua morte, Lennon vivia uma fase de ressurgimento artístico. Após cinco anos afastado dos palcos para se dedicar ao filho Sean, ele havia retornado à música com o álbum “Double Fantasy”, lançado semanas antes do assassinato.

John Lennon deixou uma das obras mais influentes de todos os tempos, tanto nos Beatles quanto em carreira solo. Letras como Imagine, Instant Karma!, Mind Games e Give Peace a Chance tornaram-se hinos mundiais pela paz, liberdade, reflexão e crítica social.

O mundo do rock ainda não cicatrizou

Quarenta e cinco anos depois, a morte de John Lennon continua sendo um dos episódios mais traumáticos da história da música. Sua ausência é sentida não apenas pelos fãs, mas por gerações de artistas que encontraram no britânico inspiração, ousadia e uma forma completamente nova de compor e pensar a arte.

Mais do que um músico, Lennon se tornou símbolo.
Símbolo de criatividade, contestação, sensibilidade e, acima de tudo, esperança.

Sua voz foi silenciada, mas sua mensagem nunca deixou de ecoar.

Acreditamos que a mistura entre a música, cultura e  informação, são a chave do nosso sucesso e dos nossos parceiros e ouvintes.

Atendimento ao Público

Fundação de Apoio ao Desenvolvimento ao Ensino Superior do Norte de Minas (FADENOR)

Avenida Rui Braga S/N
Montes Claros – Minas Gerais
CEP: 39.401-89

CNPJ: 01.440.615/0001-00

Rádio Universitária Unimontes 101,1 FM

2002 - 2026 © Todos os direitos reservados

Visão geral de privacidade

Este site usa cookies para que possamos oferecer a melhor experiência de usuário possível. As informações dos cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.

Saiba mais em Política de Privacidade.